Teste português para autoteste COVID-19 já está disponível em todo o país

O primeiro e único autoteste COVID-19 está disponível há menos de uma semana nas farmácias portuguesas, mas já registou uma elevada procura que levou a Pantest a intensificar a produção e a Biojam a aumentar a sua capacidade operacional para garantir a distribuição e reposição de stocks em todo o país.

Numa altura em que era previsível que Portugal seguisse os passos da Alemanha e Áustria no que toca a regimes excecionais para autotestes, a Biojam e a Pantest estabeleceram uma parceria de cooperação com vista a colocarem no mercado uma solução 100% nacional.

O Teste Rápido do Coronavírus Ag (N)(Fossas Nasais) de antigénio, produzido pela Pantest e distribuído pela Biojam, já pode ser adquirido nas farmácias portuguesas onde é disponibilizado com toda a informação sobre o produto, além da vantajosa apresentação em Kits individuais, vendidos em embalagens não manipuladas desde o fabricante até ao consumidor final, com toda a informação exigida pelas autoridades de saúde, de acordo com os requisitos europeus para este tipo de produtos, bem como das boas práticas de fabrico de dispositivos médicos.

Para facilitar o processo de diagnóstico, cada embalagem unitária do autoteste apresenta um QR Code que remete o consumidor para um vídeo explicativo e instruções muito claras e simples para que o teste seja facilmente utilizado por qualquer pessoa. Para segurança do consumidor as empresas responsáveis pelo teste disponibilizam um serviço de apoio prestado via WhatsApp, através do qual é possível colocar dúvidas, pedir apoio adicional e enviar fotos dos testes. Como explica Catarina Almeida, Diretora da Pantest “além da qualidade do próprio teste, uma das nossas preocupações é assegurar que o consumidor terá acesso a toda a informação, de modo a que o processo de autodiagnóstico seja realizado da forma mais correta e segura”. De venda livre, sem obrigatoriedade de receita médica, os autotestes poderão ser adquiridos por qualquer pessoa, desde que maior de 18 anos. Com um custo unitário que rondará os valores já praticados entre os grandes grossistas.

Com elevados níveis de fiabilidade, acima do desempenho mínimo que é estipulado para os autotestes pelas autoridades nacionais (sensibilidade superior ou igual a 80% e especificidade superior ou igual a 97%), o Teste Rápido do Coronavírus Ag (N)(Fossas Nasais) da Pantest apresenta valores na ordem dos 93,3% de sensibilidade e 99,2% de especificidade. Para Carlos Monteiro da Biojam “não há dúvida que os autotestes nasais produzidos pela Pantest apresentam elevados padrões de qualidade, garantindo ao consumidor uma solução de diagnóstico com níveis de precisão próximos de um teste PCR[/vc_column][/vc_row]

Nova Física? Um momento do Muão desafiador!

[vc_row][vc_column width="1/4"][bs-user-listing-4 columns="1" title="" icon="" hide_title="1" heading_color="" heading_style="default" title_link="" filter_roles="0" roles="" count="1" search="" order="DESC" order_by="user_registered" offset="" include="35" exclude="" paginate="none" pagination-show-label="0" pagination-slides-count="3" slider-animation-speed="750" slider-autoplay="1" slider-speed="3000" slider-control-dots="off" slider-control-next-prev="style-1" bs-show-desktop="1" bs-show-tablet="1" bs-show-phone="1" custom-css-class="" custom-id="" override-listing-settings="0" listing-settings="" bs-text-color-scheme="" css=""][/vc_column][vc_column width="3/4"][vc_column_text css=".vc_custom_1620408937048{margin-left: 26px !important;}"]Os físicos de partículas andam nestes dias em perfeita polvorosa e apaixonante debate sobre os resultados experimentais obtidos no Laboratório Fermilab dos EUA, que publicou os seus achados sobre o movimento, corretamente designado por momento magnético duma partícula fundamental, o Muão.
Ora este amigo Muão é um primo direito do mais familiar Electrão que esse sim conhecemos por transportar a electricidade nos fios eléctricos.

O Muão é muito mais pesado do que o seu primo, é de facto 207 vezes mais pesado do que o electrão e é gerado naturalmente tanto em interações de altas energias, como em raios cósmicos que atingem a nossa atmosfera, bem como ainda artificialmente em aceleradores de partículas como o deste laboratório norte-americano Fermilab.
E reveste-se de enorme interesse para a ciência dado que o Muão, tal como o seu primo mais leve, nunca anda por aí sozinho, mas sim acompanhado por outras partículas sub-atómicas.

A Festa cósmica do Muão.
Ora se o electrão, nosso conhecido, tem por bom costume emitir e absorver fotões (a partícula que transporta a luz e o magnetismo) o seu primo pesado Muão progride com uma verdadeira corte pelo menos 207 vezes ao quadrado vezes mais completa. Ou seja, com quase 43 mil mais interações com outras partículas, numa verdadeira festa cósmica.
Para detectar e medir a existência destas partículas acompanhantes, os físicos obrigam os muões a girar dentro duns magnetes poderosos e deixam-nos ir perdendo aos poucos o seu Momento, e ir cada vez mais devagar, soltando em decaimento as pegadas reveladoras das partículas acompanhantes.
A coisa fica um tudo nada mais complicada porque se mede o balanço, ou momento giro-magnético do Muão. Vamos chamar a este amigo o “g.”


Ora o g tem um valor muito perto de 2 e assim o momento magnético do Muão ficou com a alcunha, que pegou em nome oficial, de g-2.

O valor teórico do g-2 no modelo-padrão com 17 partículas fundamentais conhecidas é de 2,0023318319. E o valor experimental obtido começou por ser, em 2001, de 2,0023318404 .

Ora os 3 últimos algarismos à direita da vírgula são bem diferentes, e é precisamente ao longo destas casas decimais que as partículas acompanhantes do Muão revelam a sua presença, ao fazerem inclinar o Muão sobre o seu eixo.

Ora tamanha e tal explícita divergência pode revelar 3 coisas;Primeira coisa: o modelo-padrão da Física de partículas está errado, o que seria a primeira vez. Segunda coisa: os cálculos das observações experimentais estão errados. Terceira coisa. Os cálculos estão todos bem, mas incompletos, revelando a presença de partículas até hoje propostas em hipóteses, mas nunca observadas.

Desde logo uma série de candidatos se alinha, desde versões mais pesadas dos bosões transportadores da força que faz brilhar o Sol, os W- e W+ e o Z, nas versões W' e Z', ou prime (primos), até uma versão dum bosão de Higgs pequeno, e ainda outras.

Ou, ainda mais excitante, será que nesta diferença se revela a partícula, ou partículas, da misteriosa Matéria-escura, cerca de 23% do nosso Universo, que detectamos indirectamente mas ainda não sabemos como e de que é composta?

Para colocar água na fervura um outro cálculo teórico veio afirmar que afinal não há diferença nenhuma entre a previsão teórica e a observação experimental.

Então em que é que ficamos?

O resultado do Fermilab é em todo o caso um 4,2 sigma. Uma descoberta exige mais, exige um 5 sigma, que é um cálculo que afere a probabilidade de não se tratar de uma anomalia das estatísticas dos números gigantescos típicos das Física de Partículas.

Ficamos que ambos os cálculos precisam de ser revistos, o g-2 do Muão foi calculado com 2 abordagens diferentes, mas, nestas ordens de magnitude, tem de se aceitar que tanto os parâmetros experimentais como os teóricos estejam sujeitos a erros, devidos sobretudo à complexidade das acções das partículas dos núcleos atómicos.
A Física Sabine Hossenfelder, escrevendo no Scientific American, e em pleno debate com a directora do CERN, Fabiola Gianotti, refere cálculos com 15 mil diagramas.

Sabine está céptica, Fabiola está do lado dos entusiastas de nova física no sentido de novos campos-força com os respectivos quanta, ou partículas acompanhantes do enigmático Muão.

É gratificante, entretanto verificar, num ano em que tanto se mencionou a participação das Mulheres na Ciência, que sejam 2 Mulheres a liderar este incrível debate, e ainda outra, Aida El-Khadra, Física de partículas da Universidade do Illinois, a liderar o grupo (chamado BMW) que fez os cálculos experimentais no acelerador do Fermilab.

O Muão, o primo mais pesado do electrão, uma partícula reveladora dos mistérios da Natureza, saltou com todo o mérito do acelerador do fermilab para o debate científico.

Artigo revisto pelo Doutor João Seixas, Professor do Instituto Superior Técnico e investigador do CERN.
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Carrazeda de Ansiães Implementa Plano Local de Desfibrilação Automática Externa

[vc_row][vc_column width="1/4"][bs-push-notification style="t2-s1" title="Subscribe for updates" show_title="0" icon="" heading_color="" heading_style="default" title_link="" bs-show-desktop="1" bs-show-tablet="1" bs-show-phone="1" bs-text-color-scheme="" css="" custom-css-class="" custom-id=""][better-ads type="banner" banner="3816" campaign="none" count="2" columns="1" orderby="rand" order="ASC" align="center" show-caption="1" lazy-load=""][/vc_column][vc_column width="3/4"][vc_column_text css=".vc_custom_1620407588818{margin-left: 26px !important;}"]

Projeto resultou do Orçamento Participativo Municipal de 2019 e prevê a aquisição de quatro desfibriladores automáticos externos, equipamentos de proteção individual para 6 operacionais e formação de 24 operacionais.

José Ramires, enfermeiro, foi o autor e proponente do projeto vencedor do Orçamento Participativo Municipal de 2019, que prevê a implementação de um Plano Local de Desfibrilação Automática Externa no concelho de Carrazeda de Ansiães.

O projeto prevê a aquisição de quatro desfibriladores automáticos externos (três fixos e um móvel), aquisição de equipamentos de proteção individual para 6 operacionais do Posto de Emergência Médica a criar no âmbito do projeto e ainda formação de 24 operacionais, de diversos grupos e setores profissionais.

Vão receber formação, em suporte avançado de vida e desfibrilação automática externa, seis elementos das Piscinas Municipais Cobertas/Descobertas, seis elementos do Agrupamento de Escolas de Carrazeda de Ansiães, seis elementos do Estádio Municipal e, ainda, seis elementos que vão integrar o Posto de Emergência Médica, neste caso Técnicos de Ambulância de Socorro. O investimento exigido é de aproximadamente 15 mil euros, foi garantido na totalidade pelo município de Carrazeda de Ansiães que esta tarde entrega os equipamentos aos serviços designados.

A implementação deste plano tinha como data marcada abril de 2020, mas com o surgimento da pandemia da doença COVID-19, não foi possível realizar a formação dos operacionais prevista e só agora estão reunidas as condições para avançar.

A doença cardiovascular é uma das principais causas de morbilidade e mortalidade no mundo ocidental, sendo no nosso país uma preocupação grave. A fibrilação ventricular é o mecanismo mais frequente da paragem cardiorrespiratória com origem cardíaca e o único tratamento eficaz nestes casos é a fibrilação elétrica precoce.

Os equipamentos adquiridos e a partir de hoje disponíveis nos serviços de socorro, se usados nos primeiros minutos (entre 3 a 5 minutos) aumentam a probabilidade de sobrevivência entre 30 a 70%.

Este tratamento é eficaz em casos, ainda demasiado frequentes, da dita morte súbita, que acontece em pessoas de todas as idades e com muitos casos conhecidos publicamente associados a desportistas, daí a importância de colocar os desfibriladores em escolas, nas piscinas e no estádio municipal, bem como a necessidade de formar técnicos nestes locais para que saibam proceder de forma adequada, segura e eficaz.

A Câmara Municipal enaltece a importância desta proposta apresentada por um cidadão, pelo impacto e mais-valia que representa para toda a sociedade.

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Mirandela será palco do Campeonato Nacional de Canoagem a 22 e 23 de maio

[vc_row][vc_column width="1/4"][bs-push-notification style="t2-s1" title="Subscribe for updates" show_title="0" icon="" heading_color="" heading_style="default" title_link="" bs-show-desktop="1" bs-show-tablet="1" bs-show-phone="1" bs-text-color-scheme="" css="" custom-css-class="" custom-id=""][better-ads type="banner" banner="3816" campaign="none" count="2" columns="1" orderby="rand" order="ASC" align="center" show-caption="1" lazy-load=""][/vc_column][vc_column width="3/4"][vc_column_text css=".vc_custom_1620339799885{margin-left: 26px !important;}"]A Cidade do Tua recebe pela primeira vez, nos dias 22 e 23 de maio, o Campeonato Nacional de Fundo em Canoagem. O evento, adiado em 2020, recebeu agora luz verde por parte das autoridades de saúde e segurança do concelho de Mirandela.


Nos dias 22 e 23 de maio as águas do rio Tua em Mirandela recebem, pela primeira vez, o Campeonato Nacional de Fundo, cuja organização estará a cargo da Federação Portuguesa de Canoagem, em parceria com a Câmara Municipal de Mirandela e o Clube Fluvial de Mirandela.


A realização desta competição, considerada pela Direção Geral de Saúde como uma modalidade desportiva de baixo risco de transmissibilidade da Covid-19, recebeu luz verde por parte da Autoridade Local de Saúde, da Polícia de Segurança Pública e do Serviço Municipal de Proteção Civil. A receção dos atletas federados e das respetivas equipas técnicas estará sujeita a um rigoroso plano de mitigação de transmissão do SARS-COV-2, que, a título de exemplo, contempla a criação de circuitos exclusivos de acesso, por clubes, às zonas de provas a instalar
no Parque Dr. José Gama.


O campeonato nacional de fundo é uma prova de canoagem onde os atletas percorrem a solo a distância de fundo, com extensões de 2.000, 3.000 e 5.000 metros, consoante o escalão dos desportistas. Neste tipo de competição, a contar para classificação do campeonato nacional, a largada é dada com a embarcação parada, com recurso a plataformas criadas para o efeito. No decorrer da prova, os canoístas darão diversas voltas ao percurso aquático abraçado pela cidade de Mirandela.


"Esta é uma aposta da Câmara Municipal no aproveitamento dos recursos naturais, nomeadamente o espelho de água e suas áreas envolventes, que trazem pela primeira vez à região do nordeste transmontano um evento de relevo desta modalidade desportiva sem qualquer impacto ambiental negativo. Também a nível económico, a realização deste evento
caracteriza-se como uma importante alavanca para os setores da hotelaria, restauração e comércio local do concelho
", salienta um anota de imprensa do município.


Inicialmente prevista para março do ano passado, a pandemia ditou o adiamento das provas, estando em 2021 reunidas todas as condições necessárias para a salvaguarda da saúde pública, quer de atletas, quer da população mirandelense.[/vc_column_text][/vc_column][/vc_row]

Os benefícios e riscos das vacinas da Astra-Zeneca e da Janssen

[vc_row][vc_column width="1/4"][bs-user-listing-4 columns="1" title="" icon="" hide_title="1" heading_color="" heading_style="default" title_link="" filter_roles="0" roles="" count="1" search="" order="DESC" order_by="user_registered" offset="" include="34" exclude="" paginate="none" pagination-show-label="0" pagination-slides-count="3" slider-animation-speed="750" slider-autoplay="1" slider-speed="3000" slider-control-dots="off" slider-control-next-prev="style-1" bs-show-desktop="1" bs-show-tablet="1" bs-show-phone="1" custom-css-class="" custom-id="" override-listing-settings="0" listing-settings="" bs-text-color-scheme="" css=""][vc_single_image image="9391" img_size="500x160" onclick="link_image"][/vc_column][vc_column width="3/4"][vc_column_text css=".vc_custom_1620321655762{margin-left: 26px !important;}"]Começando pelo fim: se eu tivesse oportunidade de tomar a vacina da Astra-Zeneca ou da Janssen, ambas associadas a problemas raros de coagulação do sangue, tomaria hoje sem hesitar. Tenho 44 anos, uma idade inferior à indicada em Portugal para a toma de qualquer uma dessas vacinas, e um risco baixo de exposição ao vírus. Significa isto que estou convencido de que estas vacinas não aumentam o risco desses problemas de coagulação do sangue? Não. De acordo com os dados conhecidos esse aumento de risco parece real. A questão é que, mesmo assim, o risco dos efeitos adversos continua a ser extremamente baixo, sendo amplamente compensado pelos benefícios de prevenir uma doença com risco de complicações bem maiores.

Há duas razões para que muitos países tenham restringindo a aplicação destas vacinas apenas às pessoas mais velhas. A primeira é que o risco de ocorrência de problemas de coagulação é maior nos mais jovens. E a segunda é que o risco de doença grave ou morte é maior nos mais velhos. Mas vamos a números e comecemos pela vacina da AstraZeneca. Segundo uma análise da Universidade de Cambridge [icon name="external-link-alt" style="solid" class="" unprefixed_class=""], no Reino Unido, para as pessoas entre os 60 e os 69, a incidência de problemas graves associados à vacina é 0,2 casos por cada 100 mil doses administradas. Ou seja, uma reacção adversa grave (que não resulta necessariamente em morte) por cada meio milhão de pessoas imunizadas. Para a mesma faixa etária, e considerando uma população com baixo risco de infecção, a cada quatro meses são admitidos nos cuidados intensivos 14,1 pessoas por 100 mil habitantes (considerando a incidência da covid-19 no Reino Unido no início de Abril de 2021). Se consideramos pessoas com risco de exposição médio, o número de internados em cuidados intensivos é 41,3 por 100 mil habitantes. E de 127,7 por 100 mil habitantes, no caso de pessoas muito expostas à infecção. O balanço é sempre positivo. Quanto maiores for o risco de infecção e a idade, mais favorável será.

Mesmo para pessoas entre os 30 e os 39 anos, com baixo risco de infecção, compensa: 0,8 reacções adversas face a 2,7 internamentos em cuidados intensivos por cada 100 mil habitantes. Só não é favorável no grupo entre os 20 e os 29 anos (os mais novos da amostra)s: 1,1 reacção adversas e 0,8 internamentos em cuidados intensivos por 100 mil habitantes.

No caso da vacina da Janssen, de acordo com dados do Centro de Controlo de Doenças dos Estados Unidos, em 8 milhões de doses administradas ocorreram 15 casos adversos. Ou seja: um em cada 536 mil vacinações. É difícil estimar quantas vidas se salvam ao vacinar 8 milhões de pessoas, pois isso depende da prevalência do vírus na população e da probabilidade de infecção, assim como da capacidade de resposta dos serviços de saúde (há uma maior letalidade em situações de sobrelotação). Mas, tendo em conta os registos históricos da pandemia, é seguro dizer que vacinar 8 milhões de pessoas salva muitos milhares de vidas, à custa de 15 reacções adversas.

Parece claro que os benefícios destas duas vacinas superam os seus baixos riscos. Se a incidência da covid-19 baixar significativamente, e o risco de infecção também, a situação será diferente. Mas a vacinação contribui sobremaneira para a redução sustentada de casos, pelo que as duas coisas estão interligadas. Claro que, se for possível imunizar a população mais jovem sem recorrer às vacinas da AstraZeneca e da Janssen e sem atrasar o processo de vacinação, reduzir-se-á ainda mais um risco já de si reduzidíssimo. Esse deve ser um objectivo fundamental: não atrasar a vacinação, pois a redução do número de infectados é crucial para abrandar o aparecimento de novas variantes, que poderão ser problemáticas.[/vc_column_text][/vc_column][/vc_row]

Exposição “Nove meses de Inverno, Três de Inferno” patente no Museu do Ferro e da Região de Moncorvo

[vc_row][vc_column width="1/4"][bs-push-notification style="t2-s1" title="Subscribe for updates" show_title="0" icon="" heading_color="" heading_style="default" title_link="" bs-show-desktop="1" bs-show-tablet="1" bs-show-phone="1" bs-text-color-scheme="" css="" custom-css-class="" custom-id=""]

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[/vc_column][vc_column width="3/4"][vc_column_text css=".vc_custom_1620253164870{margin-left: 26px !important;}"]Está patente no Auditório do Museu do Ferro e da Região de Torre de Moncorvo até dia 30 de junho a exposição de fotografia “Nove Meses de Inverno, Três de Inferno” de João Pedro Marnoto.

A exposição constituída por cerca de 30 fotografias e um vídeo foi inaugurada no passado dia 1 de maio, contando com a presença do Presidente da Câmara Municipal de Torre de Moncorvo, Nuno Gonçalves, Presidente da Fundação Museu do Douro, Fernando Pinto, e o encarregado do Museu do Ferro e da Região de Moncorvo, Nelson Campos.

No decorrer da inauguração Nelson Campos, explicou que com esta iniciativa “queremos trazer aos nossos visitantes e ao nosso público essa imagem do que é a região e as transformações que ela tem sofrido.” “O título, Nove Meses de Inverno Três de Inferno é um velho provérbio que aqui conhecemos, que remete precisamente não só para a climatologia, mas neste contexto para as diversas fases do ciclo do ano”, adiantou Nelson Campos.

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Ouvir depoimentos [icon name="volume-up" style="solid" class="" unprefixed_class=""]

Fernando Pinto, Presidente da Fundação Museu do Douro, salientou que “o Museu do Douro tem uma série de exposições itinerantes e que vai partilhando ao longo do ano com todo o território da região, nacionalmente e internacionalmente. Primeiro temos interesse que os próprios durienses entendam a sua realidade, depois o próprio país e depois que seja o mais divulgado possível para atrairmos cada vez mais visitantes, para que a nossa gente e as nossas pessoas tenham mais sustentabilidade, desenvolvendo por esse processo a economia da nossa região.”

Explicou ainda que o autor da exposição, João Marnoto, dividiu-a numa trilogia: território, religião e progresso, procurando trazer através da sua captação de imagem a rudeza que é viver em Trás-os-Montes e Alto douro, quer do ponto de vista da ruralidade, quer do ponto de vista da fé, quer do ponto de vista do progresso lento que a região vai tendo.[/vc_column_text][/vc_column][/vc_row]

Mais de 90% dos portugueses considera as Unidades de Saúde Locais seguros durante a pandemia

[vc_row][vc_column width="1/4"][bs-push-notification style="t2-s1" title="Subscribe for updates" show_title="0" icon="" heading_color="" heading_style="default" title_link="" bs-show-desktop="1" bs-show-tablet="1" bs-show-phone="1" bs-text-color-scheme="" css="" custom-css-class="" custom-id=""][better-ads type="banner" banner="3816" campaign="none" count="2" columns="1" orderby="rand" order="ASC" align="center" show-caption="1" lazy-load=""][/vc_column][vc_column width="3/4"][vc_column_text css=".vc_custom_1620250576744{margin-left: 26px !important;}"]91% das pessoas que se deslocaram a uma unidade de saúde no período de pandemia consideram que estas são locais seguros e onde os serviços demonstram preocupação com as medidas de higiene e segurança em relação à Covid-19. Esta é uma das principais conclusões de um estudo, promovido pela Fundação Portuguesa de Cardiologia (FPC), que verificou ainda que, em caso de necessidade, 98% dos portugueses se deslocariam a estas unidades, independentemente do nível de receio face à pandemia.


A vacinação contra a covid-19 e a sua relação com as medidas de prevenção do vírus foi também alvo de estudo, tendo-se verificado que praticamente todos os inquiridos (99%) vão continuar a adotar medidas de proteção, como o uso da máscara, a lavagem frequente das mãos e o distanciamento social, após serem vacinados.


O mesmo estudo avaliou ainda quais são as principais fontes de informação dos portugueses relativamente à doença e concluiu que 64% recorre à comunicação social para obter informação sobre o tema. Já 28% dos inquiridos referem que optam por pesquisar na internet e apenas 9% não se mostram muito atentos em relação a este tipo de informação.


O inquérito, que também contou com uma avaliação específica dedicada aos doentes cardíacos, concluiu que 1 em cada 10 já esteve infetado com Covid-19 e que 62% dos doentes cardiovasculares não cancelaram nem adiaram as suas consultas e/ou exames médicos, no último ano, devido à pandemia.


Manuel Oliveira Carrageta, presidente da Fundação Portuguesa de Cardiologia, mostra-se satisfeito com os resultados deste estudo e reforça que “estas conclusões mostram que os portugueses começam a saber lidar com a pandemia de Covid-19, que veio para ficar, e que o receio do vírus já não coloca em causa o acompanhamento aos doentes cardíacos como se verificava há uns meses atrás. Os serviços de saúde têm assumido um papel fundamental na transmissão de uma mensagem de confiança e a prova disso é que verificamos que, cada vez mais, os doentes não temem as deslocações a estas unidades por considerarem que estão reunidas todas as condições de segurança”, conclui.


A amostra do estudo é constituída por 1000 portugueses, com idade superior a 18 anos, residentes em Portugal Continental e o principal objetivo desta investigação era avaliar o comportamento dos portugueses face ao seu conhecimento, idas aos serviços de saúde e medidas de prevenção, tendo em conta o atual contexto pandémico.


O estudo foi hoje apresentado num evento virtual e marcou o arranque das comemorações de “Maio, Mês do Coração”, que este ano terá uma plataforma imersiva onde acontecem eventos e onde é disponibilizada informação útil sobre a temática das doenças cardiovasculares.[/vc_column_text][/vc_column][/vc_row]

Um escaravelho é o Animal Cavernícola de 2021 em Portugal

[vc_row][vc_column width="1/4"][bs-push-notification style="t2-s1" title="Subscribe for updates" show_title="0" icon="" heading_color="" heading_style="default" title_link="" bs-show-desktop="1" bs-show-tablet="1" bs-show-phone="1" bs-text-color-scheme="" css="" custom-css-class="" custom-id=""][vc_single_image image="9391" img_size="500x160" onclick="link_image"][better-ads type="banner" banner="3816" campaign="none" count="2" columns="1" orderby="rand" order="ASC" align="center" show-caption="1" lazy-load=""][/vc_column][vc_column width="3/4"][vc_column_text css=".vc_custom_1620164209156{margin-left: 26px !important;}"]

O escaravelho predador cavernícola aquático português (Iberoporus pluto) representa o Animal Cavernícola de 2021 em Portugal. Esta iniciativa é dinamizada desde 2009 com o objetivo de sensibilizar para a importância da vida animal das cavernas e para a sua proteção. Serão dinamizadas várias iniciativas nos próximos meses.

O escaravelho predador cavernícola aquático português é o único escaravelho adaptado às cavernas de Portugal que evoluiu para viver nas águas subterrâneas. Foi descrito em 2019, por Ana Sofia Reboleira (cE3c, Ciências ULisboa) e Ignacio Ribera (Conselho Superior de Investigação Científica de Espanha), e foi descoberto numa gruta do concelho de Penela, na zona cársica de Sicó, o único local onde é conhecido. Esta espécie respira ar e por isso precisa de vir à superfície da água a cada 30 a 60 minutos.

“Os escaravelhos cavernícolas de Portugal são todos terrestres, o Iberoporus pluto é a única espécie que evoluí e se especializou a viver em águas subterrâneas. Vive apenas na água subterrânea do rio Dueça, e é uma espécie que é só nossa, não existe em nenhuma outra parte do mundo. Estudos moleculares permitiram-nos estimar que esta espécie tenha colonizado as águas subterrâneas há cerca de 10 milhões de anos. Este animal é uma verdadeira pérola da nossa biodiversidade nacional, que enfrenta graves problemas de conservação”, explica Ana Sofia Reboleira, professora na Faculdade de Ciências da Universidade de Lisboa e especialista em fauna cavernícola.

Esta é uma das nove espécies de escaravelhos adaptados às cavernas em Portugal continental, às que se juntam três espécies existentes na Madeira e oito nos Açores.

Os escaravelhos das cavernas foram selecionados mundialmente como grupo-alvo para este ano da iniciativa Animal Internacional Cavernícola do Ano: uma iniciativa que se assinala desde 2009 e que alerta para a pouco conhecida diversidade animal em habitats subterrâneos. Os escaravelhos são o grupo de animais mais diversificado do nosso planeta, representando cerca de um quarto de toda a diversidade animal. São artrópodes (ordem Coleoptera), possuem um exoesqueleto rígido, seis patas e duas antenas, e desempenham um papel importante nos ecossistemas terrestres, contribuindo para o ciclo do carbono e para manter o equilíbrio ecológico da vida no nosso planeta.

Este ano, a iniciativa Animal Cavernícola do Ano está inserida nas celebrações do Ano Internacional das Grutas e Carso 2021 [icon name="external-link-alt" style="solid" class="" unprefixed_class=""], organizada pela União Internacional de Espeleologia. Em Portugal, a iniciativa do Animal Cavernícola do Ano é promovida pelo Centro de Ecologia, Evolução e Alterações Ambientais - cE3c [icon name="external-link-alt" style="solid" class="" unprefixed_class=""], Faculdade de Ciências da Universidade de Lisboa [icon name="external-link-alt" style="solid" class="" unprefixed_class=""] e Universidade dos Açores [icon name="external-link-alt" style="solid" class="" unprefixed_class=""]. Tem como parceiros o Instituto de Conservação da Natureza e da Biodiversidade [icon name="external-link-alt" style="solid" class="" unprefixed_class=""], o Parque Natural das Serras d’Aire e Candeeiros [icon name="external-link-alt" style="solid" class="" unprefixed_class=""], o Agrupamento de Escolas Gil Eanes [icon name="external-link-alt" style="solid" class="" unprefixed_class=""] através do seu projeto de Clubes de Ciência Viva “Biodiversidade Subterrânea do Algarve”, e a Ordem dos Biólogos [icon name="external-link-alt" style="solid" class="" unprefixed_class=""].

No âmbito desta iniciativa, as entidades parceiras em Portugal estão a preparar para os próximos meses atividades dirigidas à sociedade, que serão divulgadas brevemente.

“É fundamental que a sociedade tenha conhecimento que debaixo dos nossos pés estão 97% dos recursos totais de água subterrânea disponível para o consumo humano imediato, e são estas comunidades de organismos subterrâneos que purificam a água e garantem a integridade ecológica destas reservas estratégicas. Isto é fundamental para a sobrevivência dos humanos e dos ecossistemas. Toda a contaminação que ocorre à superfície infiltra-se em profundidade e compromete integralmente o legado mais precioso que podemos deixar às gerações vindouras: as nossas reservas de água potável”, explica Ana Sofia Reboleira.

Proteger e conservar esta biodiversidade escondida é um grande desafio que a sociedade tem que assumir como seu. A iniciativa do Animal Cavernícola do ano tem a função de educar e promover esta consciencialização para que possamos cumprir com os objetivos de desenvolvimento sustentável das Nações Unidas.

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Bragança investe na melhoria de infraestruturas desportivas

[vc_row][vc_column width="1/4"][bs-push-notification style="t2-s1" title="Subscribe for updates" show_title="0" icon="" heading_color="" heading_style="default" title_link="" bs-show-desktop="1" bs-show-tablet="1" bs-show-phone="1" bs-text-color-scheme="" css="" custom-css-class="" custom-id=""][better-ads type="banner" banner="9531" campaign="none" count="2" columns="1" orderby="rand" order="ASC" align="center" show-caption="1" lazy-load=""][/vc_column][vc_column width="3/4"][vc_column_text css=".vc_custom_1620151302242{margin-left: 26px !important;}"]Investimento do Município de Bragança, superior a 160 mil euros visa a modernização e a melhoria das infraestruturas desportivas numa época que antecede o regresso, não ativo, de clubes e associações, bem como dos utilizadores que procuram estes espaços para a prática de diversas modalidades.


Decidimos avançar com estas intervenções, com vista a assegurar as melhores condições para o exercício das dezenas de modalidades praticadas nos equipamentos municipais, com a máxima segurança”, referiu Hernâni Dias, Presidente da Câmara Municipal de Bragança, antecipando que, “quando o desporto puder regressar na sua plenitude, encontrará, em Bragança equipamentos renovados, que cumprem todos os requisitos de segurança necessários”.


O Município de Bragança investiu 161.851,83 euros na melhoria das condições Estádio Municipal Eng.º José Luís Pinheiro e Campo de Futebol do Centro de Educação Especial (CEE), Pavilhão Municipal Arnaldo Pereira e Piscina Municipal de Bragança.[/vc_column_text][/vc_column][/vc_row]

Cerejas, natureza, desporto, cultura e muito mais em Alfândega da Fé

[vc_row][vc_column width="1/4"][bs-push-notification style="t2-s1" title="Subscribe for updates" show_title="0" icon="" heading_color="" heading_style="default" title_link="" bs-show-desktop="1" bs-show-tablet="1" bs-show-phone="1" bs-text-color-scheme="" css="" custom-css-class="" custom-id=""][better-ads type="banner" banner="9531" campaign="none" count="2" columns="1" orderby="rand" order="ASC" align="center" show-caption="1" lazy-load=""][/vc_column][vc_column width="3/4"][vc_column_text css=".vc_custom_1620150703533{margin-left: 26px !important;}"]Apresentar o Mercadinho Cereja&co, de Alfândega da Fé, não é só falar de cerejas e produtos locais, ou de gastronomia. Há mais para fazer nos seis fins de semana de 8 de maio a 13 de junho em Alfândega da Fé.

Cansados de confinamento, nada melhor do que a companhia da natureza para esticar as pernas, respirar ar puro e
descontrair. Sozinho ou em família, pode fazer os “Trilho dos Abutres” e deixar-sedeslumbrar pelas incríveis paisagens dos Lagos do Sabor.

Uma semana depois poderá fazer “Trilho das Cerejas”. É aqui que encontrará o fruto mais apetecido desta época. Ninguém resiste a beliscar o encarnado vivo que despontada da folhagem verde.

Para os amantes do BTT há também uma boa opção neste programa no dia 30 de maio. O percurso leva-nos pela Serra da Gouveia, Lagos do Sabor, Cerejais e com regresso ao ponto de partida para uma recompensa gastronómica.

Com a chegada do calor, prevista para essa altura, os Lagos do Sabor tornam-se ainda mais irresistíveis. Nos dias 5 e 6 de junho o convite é para entrar na água para passeios de Paddle e refrescar-se com as cerejas de Alfândega da Fé.

No dia 13 de junho, regressa a Meia Maratona da Cereja. Uma prova mais exigente, que continua a ser a cereja no topo do bolo das modalidades desportivas praticadas no concelho.

Aproveite estes fins de semana para conhecer melhor o património local. Poderá participar nas visitas guiadas nos dias 9 e 29 de maio, e visitar ainda as exposições patentes na Casa da Cultura Mestre José Rodrigues, no CIT – Centro de Interpretação do Território.[/vc_column_text][/vc_column][/vc_row]

Excelência do Azibo distinguida com prémio “Cinco Estrelas Regiões” e Bandeira Azul

[vc_row][vc_column width="1/4"][bs-push-notification style="t2-s1" title="Subscribe for updates" show_title="0" icon="" heading_color="" heading_style="default" title_link="" bs-show-desktop="1" bs-show-tablet="1" bs-show-phone="1" bs-text-color-scheme="" css="" custom-css-class="" custom-id=""][better-ads type="banner" banner="9531" campaign="none" count="2" columns="1" orderby="rand" order="ASC" align="center" show-caption="1" lazy-load=""][/vc_column][vc_column width="3/4"][vc_column_text css=".vc_custom_1620381435489{margin-left: 26px !important;}"]Os consumidores portugueses voltaram a eleger as praias do Azibo como um dos locais de excelência, reconhecendo a Albufeira do Azibo novamente com o Prémio “Cinco Estrelas Regiões, na categoria “Praias”, numa votação que teve mais de 346 mil participantes. O trabalho desenvolvido pelo município de Macedo de Cavaleiros no sentido de melhorar as infraestruturas de apoio e as próprias praias continua a ser reconhecido e, mais uma vez, também a Associação Bandeira Azul da Europa (ABAE) voltou a atribuir a Bandeira Azul às praias da Ribeira e da Fraga da Pegada..

É com grande orgulho que recebemos estas distinções e que, no fundo, validam todo o trabalho que tem vindo a ser feito no Azibo, colocando-o cada vez mais como um destino de férias dos portugueses, e não só”, refere o presidente da Câmara de Macedo de Cavaleiros. Benjamim Rodrigues recorda que “em 2020 o Azibo, assim como toda a região do Nordeste Transmontano, foi muito procurado pelos portugueses, que aqui encontraram um local mais calmo, seguro e aprazível para passar uns dias de férias”.

O autarca acredita que no próximo verão, fruto das restrições que vão continuar a existir nas viagens para o estrangeiro, “é expectável que os portugueses continuem a apostar em territórios nacionais para descansar”. “E podem encontrar no concelho de Macedo toda a excelência da gastronomia, da história e cultura, do património geológico e museológico que as Terras de Cavaleiros têm para oferecer”, acrescenta.

A elevada qualidade das praias do Azibo é ainda comprovada pela atribuição do galardão da Bandeira Azul que pelo 18.º e 12.º ano consecutivo distinguem a Praia da Fraga da Pegada e a Praia da Ribeira, respetivamente. Está assim assegurada a excelente qualidade de toda a zona balnear do Azibo.

Saliente-se que o “Prémio Cinco Estrelas Regiões” é um sistema de avaliação que mede o grau de satisfação que produtos, serviços e marcas de origem portuguesa conferem aos seus utilizadores, tendo como critério de avaliação as cinco principais variáveis que influenciam a decisão de compra dos consumidores: experimentação, relação preço-qualidade, intenção de compra ou recomendação, confiança na marca e inovação.

A distinção pretende dar voz às populações de forma a identificar o que de melhor existe em Portugal. A seleção é feita através de um inquérito nacional, com nomeações diretas pela população de modo a identificar os ícones nacionais mais relevantes para os portugueses ao nível de elementos culturais; recursos naturais; monumentos e património; aldeias, vilas e cidades; gastronomia e produtos naturais e típicos do nosso país. Na edição de 2021 participaram mais de 346.000 portugueses.[/vc_column_text][/vc_column][/vc_row]

Laboratório Colaborativo MORE - Montanhas de Investigação, abre Polo na vila da Mêda

[vc_row][vc_column width="1/4"][bs-push-notification style="t2-s1" title="Subscribe for updates" show_title="0" icon="" heading_color="" heading_style="default" title_link="" bs-show-desktop="1" bs-show-tablet="1" bs-show-phone="1" bs-text-color-scheme="" css="" custom-css-class="" custom-id=""]

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[/vc_column][vc_column width="3/4"][vc_column_text css=".vc_custom_1620148731162{margin-left: 26px !important;}"]O Laboratório Colaborativo MORE - Montanhas de Investigação vai abrir um polo na vila da Mêda, depois de ter sido aprovado um financiamento pelo Programa Portugal 2020 para a contratação dos recursos humanos altamente qualificados do Polo do Vale do Côa e Centro Interior, uma iniciativa desenvolvida em cooperação com a Fundação Côa Parque e com o Município de Mêda.

O Laboratório Colaborativo MORE tem desempenhado um papel cada vez mais importante no apoio ao desenvolvimento da inovação quer com a comunidade empresarial, quer com o setor público, setor associativo e cooperativismo da região transmontana, mas também a nível nacional e internacional. Com 13 projetos aprovados a fundos competitivos e internacionais e outros tantos à espera de aprovação, o MORE está a tornar-se uma referência como dinamizador do ecossistema onde a aplicação do conhecimento e tecnologia resultam no desenvolvimento sustentável com benefício para todas as entidades participantes.

Os novos projetos têm impulsionado a contratação de novos recursos humanos no MORE, que iniciou atividade com 21 colaboradores, mas neste momento já conta com 31, o que significa que passado praticamente 2 anos conseguiu criar mais 10 novos postos de trabalho.

A criação de mais um polo focado nas necessidades da região do Vale do Côa e Centro Interior caracterizada por uma grande riqueza e diversidade de recursos endógenos, hídricos, agronómicos e fonte de matéria-prima, património histórico e herança cultural permitirá desenvolver iniciativas, projetos, estratégias de preservação e valorização dos recursos hídricos e endógenos, assim como, contribuir para o aumento da qualidade e oferta turística e cultural da região.

A criação e implementação do Polo do Vale do Côa e Centro Interior irá permitir a criação de emprego qualificado gerador de valor económico e social, reforçando o emprego científico na região, gerando sinergias entre o sector público e privado com vista a aumentar a competitividade do tecido produtivo.

Por outro lado, espera-se a dinamização do tecido empresarial e do contexto socioeconómico e cultural, capacitando a região com novas valências potenciadoras de cocriação e difusão de novo conhecimento e inovação baseada no conhecimento científico.

Segundo os seus responsáveis, este novo polo irá também permitir a valorização da diversidade geográfica, integrando a paisagem, os recursos endógenos, o património natural e cultural da região centro, numa visão holística, inovadora e integradora com os agentes regionais.

A contratação de recursos humanos altamente qualificados é também considerada como fundamental para a implementação da estratégia de inovação definida. Sendo assim, o Laboratório Colaborativo MORE irá abrir 5 vagas destinadas ao seu Polo no município de Mêda que incluirá um diretor técnico-científico (Doutorado) com formação em Geociências, Geologia ou áreas afins; um técnico (Mestrado) com formação em Agronomia, Ambiente, ou áreas afins; um técnico (Mestrado) com formação em Engenharia Industrial, Processos Industriais, ou áreas afins; um técnico (Mestrado) com formação em Turismo, Sociologia, História, Arqueologia, ou áreas afins e um técnico (Mestrado) com formação em Ciências da Comunicação, ou áreas afins.

Todas as vagas de recrutamento serão publicadas no site do Laboratório Colaborativo More [icon name="external-link-alt" style="solid" class="" unprefixed_class=""], bem como nas suas redes sociais. Foi financiado pelo Portugal 2020, no âmbito do Programa Operacional Regional do Centro, no montante de 518 205,21 euros, dos quais 440 474,43 euros são provenientes do Fundo Social Europeu.[/vc_column_text][/vc_column][/vc_row]

A entrevista de António Costa

[vc_row][vc_column width="1/4"][bs-user-listing-4 columns="1" title="" icon="" hide_title="1" heading_color="" heading_style="default" title_link="" filter_roles="0" roles="" count="1" search="" order="DESC" order_by="user_registered" offset="" include="2" exclude="" paginate="none" pagination-show-label="0" pagination-slides-count="3" slider-animation-speed="750" slider-autoplay="1" slider-speed="3000" slider-control-dots="off" slider-control-next-prev="style-1" bs-show-desktop="1" bs-show-tablet="1" bs-show-phone="1" custom-css-class="" custom-id="" override-listing-settings="0" listing-settings="" bs-text-color-scheme="" css=""][/vc_column][vc_column width="3/4"][vc_column_text css=".vc_custom_1620079544319{margin-left: 26px !important;}"]

Não vou aqui escalpelizar a mais recente entrevista de António Costa, porque a mesma foi extensa e porque o melhor, de facto, é ser o leitor a procurar lê-la, ou escutá-la, mesmo visioná-la com a melhor atenção.

Nesta entrevista, como pôde já perceber-se, sobressaíram três pontos mais referentes, embora tenham existido muitos outros a terem sido abordados. Refiro-me ao caso da pandemia, ao da Operação Marquês e às referências à intervenção política de Rui Rio. Naturalmente, não faltou razão ao Primeiro-Ministro, o que, haverá de convir-se, seria difícil não ter lugar. Portanto, vejamos estes três casos.

Quanto à pandemia, a verdade, como o próprio Presidente Marcelo Rebelo de Sousa referiu na sua visita à Madeira e ao Porto Santo, é que aos portugueses compete agora ajudar, e de um modo primacial, a garantir que os dados da pandemia, para lá de não piorarem, ainda venham a melhorar. Foi sempre assim, embora a oposição e a grande comunicação social apontassem sempre o Governo como o único responsável por um êxito qualquer. O preço de nada ter, de válido, para dizer.

No respeitante à Operação Marquês, o Primeiro-Ministro foi de uma clareza límpida: o assunto decorre no seio do Sistema de Justiça, com a separação dos poderes presente, e à luz da legislação em vigor, mesmo que, porventura, tenham existido violações diversas ao longo do processo, como as constantes e nunca descobertas violações do segredo de justiça. Nunca seria aceitável uma qualquer interferência dos restantes órgãos de soberania sobre o desenrolar do processo que vem tendo lugar.

Por fim, o modo de intervenção política de Rui Rio. Bom, nunca seria difícil a um qualquer governante dizer daquela o que se ouviu ao Primeiro-Ministro na sua entrevista. Depois daquele tão significativo acordo com o Chega! nos Açores, o que se tem visto à superfície da política é uma realidade muitíssimo antiga, já desde o início do velho PPD, mostrando que o PSD é um partido de Direita, defensor do liberalismo e hoje fortemente puxado pelas ideias do Chega!. O PSD de hoje seria sempre muito mais próximo de Trump que de Biden. Tal como o Chega! de André Ventura.
A chegada de Donald Trump ao poder, potenciando um movimento consonante no espaço da União Europeia, foi o que permitiu o surgimento, em força, do Chega e do IL em Portugal. Todavia, partidos muitíssimo distintos.

Simplesmente, este surgimento veio encontrar um PSD, agora liderado por Rui Rio, que é o velho PPD, nada social-democrata, naturalmente de Direita, e agora completamente condicionado pelo próprio Chega! de André Ventura.

Por fim, a mais recente prova desta tomada do alinhamento político do PSD de Rui Rio – convém ter sempre presente o apoio de Pedro Passos Coelho a André Ventura na corrida deste a Loures – pelo Chega! de André Ventura, e que foi a escolha de Susana Garcia para candidata à liderança da Câmara Municipal da Amadora. Uma decisão política que nos permite exclamar: mais palavras para quê?!

Convém agora que o leitor reflita nestes três pontos da entrevista do Primeiro-Ministro, sendo para mim certo que não deixará de concordar com as respostas e explicações por si dadas.

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Programa de Maio no Teatro de Vila Real

[vc_row][vc_column width="1/4"][bs-push-notification style="t2-s1" title="Subscribe for updates" show_title="0" icon="" heading_color="" heading_style="default" title_link="" bs-show-desktop="1" bs-show-tablet="1" bs-show-phone="1" bs-text-color-scheme="" css="" custom-css-class="" custom-id=""][better-ads type="banner" banner="9531" campaign="none" count="2" columns="1" orderby="rand" order="ASC" align="center" show-caption="1" lazy-load=""][/vc_column][vc_column width="3/4"][vc_column_text css=".vc_custom_1620077838873{margin-left: 26px !important;}"]Em Maio há onze bons motivos para ir ao Teatro de Vila Real [icon name="external-link-alt" style="solid" class="" unprefixed_class=""]. O mês inicia com uma novidade, o cantor e compositor inglês Douglas Dare, que regressa a Portugal para uma pequena digressão e passa pelo palco do Pequeno Auditório já no dia 5. Douglas Dare, autor de canções introspectivas e sedutoras, tem sido convidado para actuar em eventos por artistas como Robert Smith (The Cure) e David Lynch, cineasta.

Na área da música as propostas passam ainda por artistas como Paulo Gonzo, um clássico português que actua no dia 7, a rapper Capicua, num evento promovido pelo projecto Missão Continente (dia 12), o duo Miramar, constituído por Frankie Chavez e Peixe (Ornatos Violeta), no dia 14, e, no final do mês, um dos nomes maiores da nova música portuguesa, o grande Samuel Úria, no dia 28.

No teatro há duas excelentes apostas: a peça “A Idade do Silêncio”, do Teatro do Mar, uma peça de marionetas de tamanho humano com uma emocionante abordagem sobre a terceira idade, e “O Triciclo”, adaptação do encenador e actor Ivo Alexandre de uma das mais emblemáticas peças de Fernando Arrabal.

O cinema conta com o regresso das sessões de curtas-metragens do Shortcutz Vila Real e com os filmes “Sibéria”, de Abel Ferrara, protagonizado por Willem Dafoe, e “Honeyland”, nomeado para os Oscares de Melhor Filme Documentário e Melhor Filme Internacional.

O mês encerra com um espectáculo de dança para o público infantil e familiar, a bonita peça “Pé Ante Pé”, da companhia DançArte, Palmela.[/vc_column_text][/vc_column][/vc_row]

Fins de semana à Mesa em Alfândega da Fé

[vc_row][vc_column width="1/4"][bs-push-notification style="t2-s1" title="Subscribe for updates" show_title="0" icon="" heading_color="" heading_style="default" title_link="" bs-show-desktop="1" bs-show-tablet="1" bs-show-phone="1" bs-text-color-scheme="" css="" custom-css-class="" custom-id=""]

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[/vc_column][vc_column width="3/4"][vc_column_text css=".vc_custom_1620066991741{margin-left: 26px !important;}"]É à mesa que Alfândega da Fé se apresenta durante os fins de semana em que promove o Mercadinho Cereja&Co. Um prato que se serve com animação, atividades desportivas e de lazer, percursos pedestres, roteiros pelo património local e cerejas, logo que o encarnado comece a aparecer por entre a folhagem verde das cerejeiras.

Quem passar por Alfândega da Fé nos fins de semana de 8 de maio a 13 de junho pode visitar um dos restaurantes locais e apreciar os partos típicos que se fazem no concelho. Há cabrito, javali, posta, rojões, enchidos e um prato que só encontrará aqui: as sopas tradicionais das segadas. Iguarias que fazem crescer a água na boca e se já lhe abrimos o apetite, então o melhor é marcar estas datas na sua agenda e reservar:

-8 e 9 de maio: cabrito assado
-15 e 16 maio: rojões com castanha
-22 e 23 de maio: alheira assada
-29 e 30 de maio: posta de vitela
-5 e 6 de junho: javali estufado
-12 e 13 Junho: sopas tradicionais das segadas

A disponibilidade dos pratos está sujeita a reserva prévia [icon name="link" style="solid" class="" unprefixed_class=""]. Jogue pelo seguro e marque o seu lugar à Mesa em Alfândega da Fé!

[/vc_column_text][/vc_column][/vc_row]

"Bragança Liberdade para Recomeçar". Um projeto piloto inédito, promovido pelo Município

[vc_row][vc_column width="1/4"][bs-push-notification style="t2-s1" title="Subscribe for updates" show_title="0" icon="" heading_color="" heading_style="default" title_link="" bs-show-desktop="1" bs-show-tablet="1" bs-show-phone="1" bs-text-color-scheme="" css="" custom-css-class="" custom-id=""]

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[/vc_column][vc_column width="3/4"][vc_column_text css=".vc_custom_1620064792973{margin-left: 26px !important;}"]b

aUm jornalista, uma assessora de comunicação e um gato, na cidade de Bragança, junto ao Rio Fervença. Uma antropóloga e um produtor audiovisual, com duas filhas, na mítica aldeia transfronteiriça de Rio de Onor. Dois produtores criativos, de vídeo e fotografia, num pombal em Santa Comba de Rossas. Um fotógrafo profissional e uma instrutora de yoga online, acompanhados pela filha, pelo cão e pelo gato, na imponente aldeia de Montesinho.

Todos eles a viver em Bragança durante um mês, em teletrabalho, à procura de “Liberdade para Recomeçar”. Já estão a viver em Bragança as quatro famílias selecionadas, de um lote de 1879 candidaturas, que dão corpo ao desafio “Bragança. Liberdade para Recomeçar”. Um projeto piloto inédito, promovido pelo Município de Bragança, que irá transformar os participantes em “verdadeiros brigantinos” e dar-lhes a conhecer a qualidade de vida do Nordeste Transmontano, enquanto vivem o seu dia-a-dia em trabalho remoto.

Depois de chegados aos locais selecionados por cada uma das famílias participantes, no passado sábado, dia1 de maio, o grupo foi recebido esta segunda-feira, dia 3, na Sala de Atos do Município de Bragança, por Hernâni Dias, Presidente da Câmara Municipal, e por Miguel Abrunhosa, Vereador das áreas de Promoção Económica e Turismo.

Uma sessão de boas-vindas, onde os intervenientes puderam conhecer, em maior detalhe, as riquezas do concelho e algumas das surpresas que Bragança tem prontas a ser descobertas.

Bem-vindos a este Reino Maravilhoso. É, de facto, para vós participantes, uma oportunidade única de conhecer a real qualidade de vida que Bragança tem para oferecer a quem opta por aqui viver e trabalhar”, referiu Hernâni Dias, na sessão de boas-vindas, sublinhando que, em Bragança, “é possível estar ligado e trabalhar para qualquer parte do mundo, ao mesmo tempo que se usufrui de um território ímpar, ideal para se refugiar do ritmo frenético do dia-a-dia, mantendo todas as ferramentas de trabalho necessárias”, reiterou, sublinhando que “esta iniciativa pretende dar a conhecer todo o potencial do território e, através da partilha da experiência, inspirar quem tiver possibilidade de manter o trabalho remoto mesmo depois da pandemia, a viver em Bragança”.

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Nota de Imprensa - A Aventura começa agora - Bragança Liberdade para Recomeçar_03052021 (1)-page-003

Ver galeria [icon name="photo-video" style="solid" class="" unprefixed_class=""] 

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cA campanha “Bragança, Liberdade para Recomeçar”, apresentada a 22 de março, recebeu, em apenas oito dias, 1879 candidaturas.

De salientar que foram registadas inscrições de diferentes pontos do mundo, nomeadamente do Brasil, de Espanha, do Reino Unido, da Alemanha, da Polónia, da Rússia, da Noruega, entre muitos outros. De Portugal, das 1576 candidaturas, 43% foram provenientes do Distrito de Lisboa e 22% do Porto.

A média de idades dos candidatos foi de 36 anos, num intervalo compreendido entre os 17 e os 73. Dos candidados, 57% eram solteiros e 33% casados. 34% com filhos.

As áreas de formação e trabalho dos candidatos foram muitas: arquitetura, engenharia, informática, educação, gestão, fotografia, literatura, direito, comunicação, entre outras.

Bragança. Liberdade para Recomeçar [icon name="external-link-alt" style="solid" class="" unprefixed_class=""]” é uma Small Scale Action incorporada no projeto “Find your Greatness”, o primeiro programa europeu de desenvolvimento da marca estratégica para cidades inteligentes, inserido no Programa de Cooperação URBACT.

O programa “Find your Greatness” reúne os desafios identificados por Alba Iulia (Roménia), a cidade líder deste programa, que inclui sete cidades da União Europeia: Bragança (Portugal), Voru (Estónia), Wroclaw (Polónia), Candelária (Ilhas Canárias), Perugia (Itália), Limerick (Irlanda) e Budafok (Hungria). O objetivo é melhorar a estratégia de marketing territorial das cidades, com recurso à cooperação entre as cidades europeias, definida com base no potencial de cada uma, e criar com sucesso o primeiro programa de construção de estratégia de branding da Europa para cidades inteligentes.[/vc_column_text][/vc_column][/vc_row]

O uso do ilusionismo na promoção do ensino não formal da ciência

[vc_row][vc_column width="1/4"][bs-user-listing-4 columns="1" title="" icon="" hide_title="1" heading_color="" heading_style="default" title_link="" filter_roles="0" roles="" count="1" search="" order="DESC" order_by="user_registered" offset="" include="29" exclude="" paginate="none" pagination-show-label="0" pagination-slides-count="3" slider-animation-speed="750" slider-autoplay="1" slider-speed="3000" slider-control-dots="off" slider-control-next-prev="style-1" bs-show-desktop="1" bs-show-tablet="1" bs-show-phone="1" custom-css-class="" custom-id="" override-listing-settings="0" listing-settings="" bs-text-color-scheme="" css=""][vc_single_image image="9391" img_size="500x160" onclick="link_image"][/vc_column][vc_column width="3/4"][vc_column_text css=".vc_custom_1619954020654{margin-left: 26px !important;}"]A magia (ilusionismo) é uma arte que exerce enorme atrativo à maioria das pessoas pelo seu carácter do imaginário, pela aparente inexplicabilidade, pela surpresa do não previsto. A realidade é, ela própria, mágica, e quando um determinado assunto é assim apresentado, transforma-se numa fonte inesgotável de fascínio, de surpresa e de descoberta, uma pincelada de imaginação no quadro da realidade.

A magia resulta, assim, como uma ferramenta potenciadora da vontade de conhecer as temáticas em análise, promovendo o aprofundamento do seu estudo ou captando a atenção para um tópico que, para alguns, poderia resultar mais ou menos enfadonho ou mesmo desprovido de interesse. Por momentos, a assistência deixa-se levar na arte do mágico que faz crer no impossível, neste mundo, com os pés no chão...! Só que, neste caso, tudo o que se vê é bem real, e até se pode explicar que não perde a graça (bem pelo contrário!). É a Natureza apresentada, para que se possa apreciar melhor.

O uso do ilusionismo em atividades de Ciência, ensinando a brincar, apela à imaginação das crianças e promove o desenvolvimento da sua capacidade de abstração, muitas vezes tão importante na apreensão de conceitos de ciência. É uma forma distinta (e distintiva) de integração da arte para despertar a curiosidade para a Ciência a partir do imaginário de um espetáculo de magia: querer saber como se cria um truque é o mesmo que querer conhecer os fenómenos naturais e perceber a Natureza no seu possível e impossível. Realizar “um efeito mágico” e explicar a ciência que lhe é inerente, estimula essa vontade de aprender, a vontade de querer ser mágico, de querer compreender tudo aquilo. E esta é a verdadeira magia que está contida num efeito mágico!

A diversificação de conteúdos e formas de comunicar e divulgar ciência permite abranger um universo maior de interesses culturais. Os laboratórios das escolas são espaços onde se recriam experiências científicas para melhor compreensão dos fenómenos naturais e a sua apreensão teórica. A recriação artística (neste caso, com o recurso à magia) pode dar uma outra dimensão ao que se aprende com a Ciência e o seu universo. Importa constatar o que leva a querer saber e descobrir o prazer da descoberta. Senti-lo, só é possível a partir do imaginário de cada um, que pode e deve ser explorado também em espaços de enriquecimento cultural.

É, pois, verdadeiramente importante que nestes espaços de promoção cultural, a ciência se cruze e intrinque com o mundo das artes (música, teatro, magia e outras áreas de cultura), a fim de ser assumidamente considerada como uma área de conhecimento acessível, parte integrante da cultura geral de qualquer cidadão, em exercício pleno da cidadania. O STEM (Science, Technology, Engineering and Mathematics) a ser STEAM (Science, Technology, Engineering, Arts and Mathematic).

Já Galeano dizia que somos feitos não só de átomos, mas também de histórias. Com este “casamento” entre a ciência e a magia (e os livros), a tais átomos e histórias “FMJ Mentes Mágicas” acrescentam também pequenas partículas de deslumbramento.

[/vc_column_text][/vc_column][/vc_row]

Vila do Pinhão vai ter mais dois comboios por dia

[vc_row][vc_column width="1/4"][bs-push-notification style="t2-s1" title="Subscribe for updates" show_title="0" icon="" heading_color="" heading_style="default" title_link="" bs-show-desktop="1" bs-show-tablet="1" bs-show-phone="1" bs-text-color-scheme="" css="" custom-css-class="" custom-id=""]

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[/vc_column][vc_column width="3/4"][vc_column_text css=".vc_custom_1619868266861{margin-left: 26px !important;}"]A CP (Comboios de Portugal) irá criar a partir do próximo dia 16 de maio mais duas ligações até à vila do Pinhão, no coração do Alto Douro, reforçando a oferta desta importante via na região. A Presidente da Junta de Freguesia do Pinhão, Sandra Moutinho, já reagiu ao anuncio, congratulou-se pela aposta que o operador ferroviário está a fazer na região.

"As novas ligações ferroviárias ao vale do Douro realizam-se por prolongamento de serviços já existentes e que até aqui terminavam na cidade da Régua. O comboio regional 4105 procedente de Marco de Canaveses passa a ter como destino o Pinhão onde chega pelas 16h21. O comboio Interregional 874 passa a ter origem no Pinhão às 16h41 e tem como destino a estação de São Bento no Porto. Serão ainda introduzidos alguns ajustes pontuais à oferta na linha do Douro", informa uma nota de imprensa da Junta de freguesia do Pinhão.

Para Sandra Moutinho, Presidente da Junta de Freguesia, esta é uma noticia que considera muito importante. A autarca diz que se trata do reconhecimento da CP quanto à importância desta linha "ao criar mais serviços e mais lugares dando resposta a uma procura crescente, por outro lado, num momento em que a vila anseia pela retoma económica e pelo fluxo turístico, mais comboios significa que haverá mais pessoas e mais opções de viagem para quem nos visita”, salienta. Para a autarca a relação entre o comboio e atividade económica da vila é real, “o que me dizem os agentes económicos é que com os passageiros que chegam de comboio não só a vila ganha outra vida como também a sua atividade fica potenciada”.

A CP criou o MiraDouro o ano passado e mesmo em tempo de pandemia esta oferta tem-se revelado de enorme sucesso, como foi exemplo o verão passado. Sara Moutinho espera que este ano possa, pelo menos, ser igual. “As renovadas carruagens Schindler e a nova experiência do MiraDouro não só deu mais conforto a quem usa o comboio diariamente como deu uma nova atratividade à linha, à vila e à região” e acrescenta “esta administração da CP, liderada pelo Eng. Nuno Freitas, tem demonstrado uma sensibilidade enorme pelo potencial do vale do Douro”. A autarca também recorda que “a linha do Douro gerava, antes da pandemia cerca de 1,1 milhões de viagens/ano entre o Marco e o Pocinho, com esta aposta da CP e a esperada normalidade da nossa vida, tudo leva a crer que estes números se reforcem”.

A linha do Douro sofrerá agora uma intervenção na infraestrutura entre o Tua e o Pinhão. Sandra Moutinho também está atenta a estas obras de modernização dizendo que se trata “de uma substituição da superestrutura que garantirá maior fiabilidade” mas deixa um aviso “tecnicamente é um troço que permite velocidades até 90 km/h e de pelo menos 80 km/h, espero que venham a ser essas as velocidades a ser praticadas depois desta intervenção”.

Sandra Moutinho reivindica ainda os restantes investimentos previstos para esta estrutura ferroviária. “Não podemos ficar por obras de manutenção corrente, a linha precisa de ser eletrificada entre o Marco e o Pocinho e a ligação a Salamanca tem que ser reaberta, a CP está a fazer o que pode, a infraestruturas tem que acompanhar o operador”. Sobre a reunião com a CIM Douro e a Secretária de Estado da Coesão Territorial ocorrida recentemente no Pocinho refere que “aguarda com expectativa que os projetos e a obra de reabertura para Barca d’Alva se iniciem no imediato.

Para já a Vila do Pinhão poderá contar com 12 ligações diárias ao Porto e 10 ao Pocinho a que se juntará o comboio histórico no próximo verão naquilo que é um reconhecimento claro por parte da CP no potencial da região.[/vc_column_text][/vc_column][/vc_row]

Silvestre Pestana na reabertura do Centro de Arte Contemporânea Graça Morais

[vc_row][vc_column width="1/4"][bs-push-notification style="t2-s1" title="Subscribe for updates" show_title="0" icon="" heading_color="" heading_style="default" title_link="" bs-show-desktop="1" bs-show-tablet="1" bs-show-phone="1" bs-text-color-scheme="" css="" custom-css-class="" custom-id=""][better-ads type="banner" banner="3816" campaign="none" count="2" columns="1" orderby="rand" order="ASC" align="center" show-caption="1" lazy-load=""][/vc_column][vc_column width="3/4"][vc_column_text css=".vc_custom_1619808905273{margin-left: 26px !important;}"]No mês que marca a reabertura dos equipamentos culturais, após um período de novo confinamento, o Centro de Arte Contemporânea Graça Morais dá as boas vindas aos visitantes com uma combinação única de luzes, cores e sons, apoiada, sobretudo, em equipamentos eletrónicos.


Assumidamente um artista irreverente e crítico, na exposição “Código Aberto”, Silvestre Pestana recorre à utilização de materiais industriais, como néons ou equipamentos informáticos, para destacar a potencial relação entre o homem e a máquina e entre o real e o virtual, evidenciando, sempre, algumas das preocupações sociais, políticas e tecnológicas do nosso quotidiano.


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O visitante é recebido, assim, por um conjunto de imagens e vídeos, exibido em ecrãs, a que se segue fotografias criativas e pequenas figuras humanas. É numa sala completamente escura, que néons nos remetem para as publicidades de outros tempos.


Já no piso superior, uma estrutura metálica de grandes dimensões dá as boas vindas aos curiosos, que podem passear-se por entre um jogo de luzes e construções.


“Código Aberto”, patente até 20 de junho, reúne trabalhos, como “Sufoco Virtual”, Sociedade Aberta, Bio-Virtual, Águas Vivas ou Neurónios, realizados entre 1982 e 2020, ao longo de distintas fases da vida artística de Silvestre Pestana.


“Pinturas e desenhos – Doações de Graça Morais” ainda pode ser visitado


Até 16 de maio, ainda pode visitar aquela que é a primeira exposição composta, integralmente, por obras doadas pela artista transmontana Graça Morais.


A mostra “Pinturas e desenhos (1993-2018) – Doações de Graça Morais à coleção do Centro de Arte Contemporânea Graça Morais” é, assim, constituída por 105 trabalhos de pintura e desenhos realizados entre 1993 e 2018, integrando obras de referência, como Maria e Delmina, séries, como As Escolhidas ou A Caça.[/vc_column_text][/vc_column][/vc_row]

Ministério da Educação lança Compromisso Verde da Juventude

[vc_row][vc_column width="1/4"][bs-push-notification style="t2-s1" title="Subscribe for updates" show_title="0" icon="" heading_color="" heading_style="default" title_link="" bs-show-desktop="1" bs-show-tablet="1" bs-show-phone="1" bs-text-color-scheme="" css="" custom-css-class="" custom-id=""][better-ads type="banner" banner="9531" campaign="none" count="2" columns="1" orderby="rand" order="ASC" align="center" show-caption="1" lazy-load=""][/vc_column][vc_column width="3/4"][vc_column_text css=".vc_custom_1619806917599{margin-left: 26px !important;}"]O Ministério da Educação desafiou o Conselho Nacional de Juventude (CNJ) e a Federação Nacional das Associações Juvenis (FNAJ) para a construção de um compromisso centrado nos temas da sustentabilidade ambiental e da ação climática. O repto foi aceite e o Compromisso Verde da Juventude já chegou a todos os estabelecimentos com ensino secundário.


Após momentos de reflexão e discussão, cada escola deverá criar o seu próprio compromisso, plural e participado, com ações e objetivos concretos a desenvolver ao longo do próximo ano letivo, que deverá ser assinado, em todas as escolas, no dia 5 de junho, Dia Mundial do Ambiente. Trata-se de um autêntico Compromisso da Juventude com o futuro — feito por jovens e para jovens.


A Educação Ambiental para a Sustentabilidade, que está presente no currículo e em numerosos projetos desenvolvidos pelas escolas, constitui, atualmente, uma vertente fundamental da educação. Não obstante toda a evolução ocorrida nos anos mais recentes, e os diversos projetos em desenvolvimento nas escolas, os desafios inerentes às alterações climáticas são constantes, pelo que o Compromisso Verde da Juventude se reveste de grande relevância, indo ao encontro de diferentes domínios que formam a Estratégia Nacional de Educação para a Cidadania (ENEC), e contribuindo para o desenvolvimento do Perfil dos Alunos à Saída da Escolaridade Obrigatória.


Este desafio pretende, igualmente, responder aos objetivos da Agenda 2030, bem como às metas traçadas no Pacto Ecológico Europeu, e na Declaração Lisboa+21, informa nota de imprensa do Ministério da Educação.[/vc_column_text][/vc_column][/vc_row]

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