Presentes na inauguração estiveram o primeiro-ministro, José Sócrates, a ministra da Cultura, Gabriela Canavilhas, e a ministra do Ambiente, Dulce Pássaro.Além desta equipa ministerial assistiram à cerimónia algumas dezenas de habitante de Vila Nova de Foz Côa, deputados, dois secretários de Estado, governadores civis, presidentes de câmara, a embaixatriz dos EUA e representantes da província espanhola de Castela e Leão.
«Este museu é a gravura que nós deixamos às futuras gerações», declarou o primeiro-ministro, perante o anfiteatro do Museu completamente esgotado.
Segundo José Sócrates, o novo equipamento cultural «vai servir a cultura nacional» e é «um hino ao respeito pela memória, pela arqueologia, mas também uma afirmação de modernidade e de contemporaneidade».
Elogios dos responsáveis governamentais foram dados aos mentores do projecto arquitectónico da autoria de Camilo Rebelo e Tiago Pimentel. “O Museu do Côa é um lugar cosmopolita e um equipamento sofisticado, de grande beleza arquitectónica e muito bem implantado na paisagem”, sublinhou Gabriela Canavilhas no seu discurso.
A ministra anunciou ainda que o Parque Arqueológico do Vale do Côa (PAVC) e o Museu vão ser geridos por uma fundação onde estarão representados , além do IGESPAR, o Ambiente, o Turismo e o Poder Local.
A governante acredita que este é o modelo mais adequado para potenciar as diversas sinergias que a região possui. Mas tudo será mantido, disse a ministra querendo referir-se à área protegida de 20 mil hectares que o constituem o PAVC desde a sua fundação.