Temos prestado atenção à evolução tecnológica das lâmpadas disponíveis no mercado? Os consumidores sabem que precisam de ver os lumens, e não os Watts, para saber quanta luz a lâmpada dá? Como reconhecer uma lâmpada de qualidade? A estas e outras questões responde o projeto europeu PremiumLight.
Financiado em mais de 1,5 milhões de euros pela União Europeia, o projeto juntou um consórcio de 12 Países Europeus (Portugal, Espanha, França, Itália, Reino Unido, Alemanha, Áustria, República Checa, Dinamarca, Suécia, Finlândia e Letónia), em que, ao longo dos últimos dois anos, foi analisada a qualidade dos vários tipos de lâmpadas disponíveis no mercado, quer de lâmpadas fluorescentes quer de LEDs, com o objetivo de transformar o setor de iluminação residencial.
Esta espécie de manual, que vai começar a ser distribuído por grandes retalhistas dos 12 países envolvidos no projeto, «esclarece efetivamente o que é iluminação de qualidade, quais as suas vantagens (a nível económico, ambiental e de saúde, por exemplo), e como escolher a lâmpada adequada às suas necessidades e atividades específicas, no interior das habitações. Há uma grande lacuna na informação ao consumidor. Por exemplo, antigamente, se queríamos mais luz, comprávamos uma com potência (W) maior. Hoje, as tecnologias são diferentes e o único termo de comparação entre elas é o lúmen (lm), que nos diz “quanta luz” tem uma lâmpada», explica o investigador.
Para melhor perceber o que considerar na escolha da lâmpada certa, veja o seguinte vídeo »»
Cristina Pinto (Assessoria de Imprensa - Universidade de Coimbra)
Conteúdo fornecido por Ciência na Imprensa Regional – Ciência Viva
