A pasta do nosso novo comissário europeu

Hélio Bernardo Lopes
Escrevi há uns dias atrás que a indicação do nosso concidadão Carlos Moedas para um dos lugares de comissário da Comissão Europeia não foi lógica, tendo deitado mão de um certo tipo de isomorfismo. A verdade, porém, é que foi essa a decisão do Governo de Portugal – defende os seus, ao contrário do PS e dos partidos de esquerda –, pelo que Carlos Moedas está agora já indigitado por Jean-Claude Juncker para comissário europeu, impondo-se que apoiemos, com um mínimo de condições, este seu novo papel.

Nos termos do hoje noticiado, Carlos Moedas irá ser o novo Comissário Europeu para a Investigação, Ciência e Inovação. Indiscutivelmente, trata-se de um pelouro de grande importância estratégica para a União Europeia e ao menos a três níveis: no domínio dos grandes projetos de investigação científica plurinacionais europeus, com fins europeus ou internacionais; no dos correspondentes à auto-suficiência europeia em áreas essenciais; e nos destinados a regiões típicas da União Europeia, que poderão, por sua vez, ser desmembrados em subdomínios mais locais.

Escrevi há uns dias atrás que a indicação do nosso concidadão Carlos Moedas para um dos lugares de comissário da Comissão Europeia não foi lógica, tendo deitado mão de um certo tipo de isomorfismo. A verdade, porém, é que foi essa a decisão do Governo de Portugal – defende os seus, ao contrário do PS e dos partidos de esquerda –, pelo que Carlos Moedas está agora já indigitado por Jean-Claude Juncker para comissário europeu, impondo-se que apoiemos, com um mínimo de condições, este seu novo papel.

Nos termos do hoje noticiado, Carlos Moedas irá ser o novo Comissário Europeu para a Investigação, Ciência e Inovação. Indiscutivelmente, trata-se de um pelouro de grande importância estratégica para a União Europeia e ao menos a três níveis: no domínio dos grandes projetos de investigação científica plurinacionais europeus, com fins europeus ou internacionais; no dos correspondentes à auto-suficiência europeia em áreas essenciais; e nos destinados a regiões típicas da União Europeia, que poderão, por sua vez, ser desmembrados em subdomínios mais locais.

Simplesmente, o domínio da Investigação, Ciência e Inovação deverá suportar a sua política em estudos que incidam, a priori, sobre a pessoa, a família e as comunidades humanas, com a sua tipicidade. A Investigação, a Ciência e a Inovação devem estar voltadas ajudar a responder aos desafios que se vêm levantando ao espaço da União Europeia.

Do mesmo modo, Carlos Moedas deve orientar a sua ação política para, nos domínios da Investigação, Ciência e Inovação, estender uma influência útil ao continente africano, com quem a Europa tem especiais afinidades, tal como a muitos dos Estados do subcontinente americano, por onde os europeus também deixaram raízes inultrapassáveis.

Com a cautela e com o saber técnico de Carlos Moedas, pode muito bem suceder que Portugal reencontre algum caminho que ajude a potenciar o seu interior. Um domínio em que será essencial a sua conexão com os seus colegas da Cultura, Turismo e Economia. Espero que tudo isto se torne uma realidade, até bem para lá destes meus sonhos. E também que fuja ao desatino de Nuno Crato, que tantos terríveis estragos tem causado entre nós no domínio da ciência.

Simplesmente, o domínio da Investigação, Ciência e Inovação deverá suportar a sua política em estudos que incidam, a priori, sobre a pessoa, a família e as comunidades humanas, com a sua tipicidade. A Investigação, a Ciência e a Inovação devem estar voltadas ajudar a responder aos desafios que se vêm levantando ao espaço da União Europeia.

Do mesmo modo, Carlos Moedas deve orientar a sua ação política para, nos domínios da Investigação, Ciência e Inovação, estender uma influência útil ao continente africano, com quem a Europa tem especiais afinidades, tal como a muitos dos Estados do subcontinente americano, por onde os europeus também deixaram raízes inultrapassáveis.

Com a cautela e com o saber técnico de Carlos Moedas, pode muito bem suceder que Portugal reencontre algum caminho que ajude a potenciar o seu interior. Um domínio em que será essencial a sua conexão com os seus colegas da Cultura, Turismo e Economia. Espero que tudo isto se torne uma realidade, até bem para lá destes meus sonhos. E também que fuja ao desatino de Nuno Crato, que tantos terríveis estragos tem causado entre nós no domínio da ciência.

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