É natural de Mogadouro, professora de profissão e chama-se Ana Barroso. Ana Barroso foi a vencedora do prémio no Festival de Cinema e Vídeo de Nova Iorque com uma curta metragem em vídeo intitulada “Acto de Confissão”.
A realizadora transmontana venceu o prémio na categoria “”Melhor Curta-metragem Avant-garde Internacional” com um vídeo que “conta a história de uma mulher que um dia quis ser como Rita Hayworth”.
Ana Barroso iniciou a sua actividade de realizadora num workshop intitulado “One Minute”, que decorreu na Fundação Calouste Gulbenkian em Outubro de 2007.
A par deste primeiro contacto com o vídeo, a realizadora dedicou-se ao estudo da Sétima Arte, tendo defendido uma tese de mestrado sobre a cinematografia de David Lynch.
A realizadora transmontana venceu o prémio na categoria “”Melhor Curta-metragem Avant-garde Internacional” com um vídeo que “conta a história de uma mulher que um dia quis ser como Rita Hayworth”.
Ana Barroso iniciou a sua actividade de realizadora num workshop intitulado “One Minute”, que decorreu na Fundação Calouste Gulbenkian em Outubro de 2007.
A par deste primeiro contacto com o vídeo, a realizadora dedicou-se ao estudo da Sétima Arte, tendo defendido uma tese de mestrado sobre a cinematografia de David Lynch.
Actualmente desenvolve na Faculdade de Letras de Lisboa um trabalho sobre a cinematografia de Gus Van Sant e Larry Clark .
Da sua curta carreira, fazem ainda parte participações na exposição “Mulheres à Beira de um Ataque de Nervos”, na Galeria ArteContempo com o vídeo “Stills and Frames of a Broken- Hearted Girl” e na tangencial “Le coq tuguese”, da Experimenta Design 2009, onde foi exibido o vídeo premiado, noticiou hoje a agência Lusa.