Segundo o PEV a ideia da EDP "não passa de uma hipocrisia gigantesca e de uma tentativa de «lavar a cara perante as acusações de crime ambiental que "Os Verdes" e outras entidades, nomeadamente as associações ambientalistas deste país, têm vindo a fazer».O modelo que o administrador da EDP defendeu para a gestão foi uma associação de desenvolvimento regional que ao longo dos 75 anos da concessão do Sabor e 65 anos do Tua congregue os compromissos de ambos os empreendimentos”.
O projecto do Parque Natural, na perspectiva da EDP, teria a possibilidade de ser auto-sustentável devido à verba anual disponível que se cifra entre 800 mil a um milhão de euros.
Este valor é a soma dos fundos financeiros ambientais garantidos para as zonas envolventes dos dois empreendimentos correspondentes a três por cento da receita líquida anual de produção de energia de cada barragem.
O PEV não acreditar na proposta realiza pela eléctrica nacional e acabou mesmo por classificar a ideia como de “ gigantesca hipocrisia”.