Decorreu em Bragança o 7.º Colóquio Anual da Lusofonia e o II Prémio Literário da Lusofonia entre 2 e 5 deste mês.
Neste Colóquio em que a Lusofonia diz respeito a todos os que falam a língua, independentemente da sua origem, cor, credo, religião ou nacionalidade foi lançada a semente para que o primeiro museu português da Língua Portuguesa nasça em Bragança.
Esta ideia foi lançada no encerramento do Colóquio anual da Lusofonia, pelo presidente da Câmara de Bragança e colheu de imediato apoios individuais e institucionais ligados a esta temática, nomeadamente a disponibilidade do vice-presidente da Academia de Ciências de Lisboa que se prontificou na ajuda da instalação este espaço, único em Portugal embora obviamente com parcerias.
O edil de Bragança confidenciou que gostaria de ter em Bragança, um espaço idêntico ao que já existe em São Paulo, no Brasil, com a história e evolução da língua falada por 320 milhões de pessoas pelo mundo. «Em Portugal não há um espaço museológico relacionado com a Língua Portuguesa e Bragança pode abraçar esse projecto, desde que conte com a colaboração de professores e instituições representativas nesta área», explicou á agencia Lusa.
O vice-presidente da Academia de Ciências de Lisboa, lembrou que a Academia portuguesa tem “um espólio muito importante relacionado com a defesa da Língua Portuguesa, desde os fins do século XVIII até hoje” e que “Bragança é o lugar ideal para a instalação deste espaço porque está na confluência de dois mundos fundamentais da Língua Portuguesa, Portugal e a Galiza”.
O linguista brasileiro Evanildo Bechara, que esteve no Colóquio da Lusofonia, apoiou também esta ideia e comprometeu-se propor à Academia de Letras Brasileira, que é membro, o apoio ao museu português, assim como o apoio imediato da Academia Galega da Língua Portuguesa.
Desde 2001 que se realizam os Colóquios Anuais da LUSOFONIA, e são em Portugal a única realização com carácter constante e regular em prol da defesa e preservação das Línguas e Culturas Portuguesas, independentemente de país, nacionalidade ou credo dos que a falam.
São organizados com o apoio da Câmara Municipal de Bragança em parceria com a Universidade Mackenzie de São Paulo no Brasil, a Escola superior de Educação do Instituto Politécnico de Setúbal, Escola superior de Educação do Instituto Politécnico de Bragança e da associação Pró – Academia Galega da Língua Portuguesa.
Neste Colóquio em que a Lusofonia diz respeito a todos os que falam a língua, independentemente da sua origem, cor, credo, religião ou nacionalidade foi lançada a semente para que o primeiro museu português da Língua Portuguesa nasça em Bragança.
Esta ideia foi lançada no encerramento do Colóquio anual da Lusofonia, pelo presidente da Câmara de Bragança e colheu de imediato apoios individuais e institucionais ligados a esta temática, nomeadamente a disponibilidade do vice-presidente da Academia de Ciências de Lisboa que se prontificou na ajuda da instalação este espaço, único em Portugal embora obviamente com parcerias.
O edil de Bragança confidenciou que gostaria de ter em Bragança, um espaço idêntico ao que já existe em São Paulo, no Brasil, com a história e evolução da língua falada por 320 milhões de pessoas pelo mundo. «Em Portugal não há um espaço museológico relacionado com a Língua Portuguesa e Bragança pode abraçar esse projecto, desde que conte com a colaboração de professores e instituições representativas nesta área», explicou á agencia Lusa.
O vice-presidente da Academia de Ciências de Lisboa, lembrou que a Academia portuguesa tem “um espólio muito importante relacionado com a defesa da Língua Portuguesa, desde os fins do século XVIII até hoje” e que “Bragança é o lugar ideal para a instalação deste espaço porque está na confluência de dois mundos fundamentais da Língua Portuguesa, Portugal e a Galiza”.
O linguista brasileiro Evanildo Bechara, que esteve no Colóquio da Lusofonia, apoiou também esta ideia e comprometeu-se propor à Academia de Letras Brasileira, que é membro, o apoio ao museu português, assim como o apoio imediato da Academia Galega da Língua Portuguesa.
Desde 2001 que se realizam os Colóquios Anuais da LUSOFONIA, e são em Portugal a única realização com carácter constante e regular em prol da defesa e preservação das Línguas e Culturas Portuguesas, independentemente de país, nacionalidade ou credo dos que a falam.
São organizados com o apoio da Câmara Municipal de Bragança em parceria com a Universidade Mackenzie de São Paulo no Brasil, a Escola superior de Educação do Instituto Politécnico de Setúbal, Escola superior de Educação do Instituto Politécnico de Bragança e da associação Pró – Academia Galega da Língua Portuguesa.